Aspartame, um veneno lícito

Publicado em 01 de outubro de 2012.

Depois do grande efeito viral que teve uma campanha de refrigerantes DIET, resolvi mencionar alguns pontos sobre essa substância tóxica, que tantos consomem atualmente. O aspartame foi inventado por acaso, enquanto se pesquisava um remédio para úlceras. Em 1965, quando o Sr. James Schlatter, passou a língua em um pouco do líquido que havia espirrado em seu dedo, percebeu o forte gosto adocicado da substância. Não demorou muito para o que havia sido um sub-produto de um acidente de percurso se tornar uma das substâncias mais aplicadas em fórmulas e vendidas em produtos industrializados atualmente. Em 1969, o Journal of the American Chemical Society publicou o fato, provavelmente quando a possibilidade de aplicação do aspartame já estava bem desenvolvida.

O aspartame é  composto por 3 substâncias: metanol, ácido aspártico e fenilalanina. Metanol é um álcool, sem cor, inflamável e venenoso, usado para fazer formaldeído, ácido acético, aditivos de gasolina, etc. Metanol ficou famoso há alguns anos no Brasil por conta de alguns casos de intoxicação em pessoas que o ingeriram diretamente. No aspartame, o metanol se decompõe em fomaldeído (carcinogênico) e ácido fórmico, que causam efeitos extremamente deletérios no organismo. Ele é rapidamente absorvido pelo estômago e paredes intestinais. Os dois subprodutos do metanol são tóxicos e possuem efeito cumulativo.

A Fenilalanina é um aminoácido, algo que compõe as proteínas, o que deveria ser bom para o corpo. Só que na natureza, eles não são separados de sua cadeia de proteínas, o que acontece na fabricação do aspartame. Em geral as coisas funcionam bem combinadas, mas quando tentamos isolá-las problemas aparecem.

O ácido aspártico também é conhecido por outro nome, excitotoxina. “Excito” de excitar e “toxina” dispensa explicações… Isso significa  exatamente o que o nome diz, uma substância que excita e super-estimula os neurônios, mas que é tóxica. O ácido aspártico, infelizmente é capaz de atravessar a barreira sanguínea do cérebro e danifica diretamente os neurônios, quando presente em quantidade suficiente e de forma cumulativa. Isso promove fadiga neuronal e depois morte das células. Aliás, as excitotoxinas também estão presentes em outro veneno, o Glutamato Monossódico.

A intoxicação por aspartame mimetiza os sintomas de doenças como o Mal de Alzheimer,  Parkinsons, Huntington’s, bem como alguns distúrbios psicológicos.Em 1970 a G.D. Searle (fabricante então do aspartame) patrocinou um estudo para verificar os efeitos em macacos. De sete macacos que começaram o estudo, cinco tiveram fortes convulsões e um deles morreu no espaço de um ano.  O relatório foi escondido do FDA inicialmente, órgão que regula a aprovação de remédios e comidas nos EUA. Parece que a empresa inclusive se negou a autopsiar os macacos para ter detalhes sobre o nível de intoxicação.

O pesquisador John W. Olney descobriu que tomar glutamato, aspartate e cisteína, todas excitotoxinas, causavam danos cerebrais em ratos (Olney, 1970). Ele informou a fabricante do produto (G.D. Searle) dos resultados, mas nada foi feito. Posteriormente, Ann Reynolds, foi contratada pela Searle para verificar os resultados das pesquisas do Dr. Olney e ela confirmou a característica neurotóxica do aspartame em filhotes de ratos.

Isso é especialmente sério no caso de mulheres que estão grávidas, uma vez que o aspartame é especialmente agressivo para cérebros em desenvolvimento, ou seja de bebês. Então, pelo menos durante a sua gravidez e amamentação procure evitar ao máximo seu uso para preservar a saúde e o crescimento saudável de seu bebê.

Para quem quiser conhecer mais sobre a história do aspartame, recomendo o documentário: Sweet Misery, a poisoned world, disponivel no link: http://youtu.be/-n-gA0wvi84, que conta a saga de uma mulher diagnosticada com esclerose múltipla. Além do filme, você encontra mais informações sobre o produto no site (em inglês): http://www.wnho.net/history_of_aspartame.htm. Mais recentemente, o neuro-cirurgião Dr. Russel Blaylock escreveu também matérias e livros sobre o assunto: http://BlaylockWellnessCenter.com/Home.html

Leia sempre muito bem os rótulos de tudo o que compra. O aspartame está presente em uma infinidade de produtos diet, em especial em  refrigerantes e adoçantes. Ingerir veneno, pode ser bem perigoso, mesmo que seja em pequenas gotas, no seu cafezinho.

É isso, fique atento.

Uma ótima semana.

 

 

 


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